Viagem pelo subterrâneo do ser humano. Desbravação. Resistência. Porrada na cara. Paixão delirante. Grito… A poesia de Marcelo Ariel ganha estas e outras adjetivações na voz de escritores, tradutores e críticos contemporâneos, amigos e leitores presentes no lançamento de seu livro, Retornaremos das cinzas para sonhar com o silêncio (Editora Patuá), nesta última quarta-feira (16) no Hussardos Clube, em São Paulo.


“A poesia de Ariel é uma porrada na cara. Ele é um agregador, grande lutador da poesia contemporânea de resistência. Um desbravador da poesia” (Fabiano Garcez, escritor, à direita).
“Ariel é um poeta nitroglicerínico” (Fabiano Calixto, escritor, abaixo, à esquerda).


“Me intriga como Marcelo Ariel escreve dessa maneira tão ‘sesuda’ e
‘descarnada’. “(Manuel Barrós: estudante peruano, tradutor de literatura
brasileira, abaixo).


A fala de Vanderley Mendonça (abaixo), escritor e editor, responsável pelo Hussardos Clube, revela que a poesia de Ariel apresenta-se por si só, é literatura o suficiente para marcar. Logo que lê um poema de Ariel, Vanderley conta que já reconhece como uma criação dele. A obra fala por si só, é a própria assinatura do criador.
0 comentários:
Postar um comentário
Os comentários ao blog serão publicados desde que sejam assinados e não tenham conteúdo ofensivo.